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Pedro Neschling relembra bastidores de Desejo Proibido após retorno da novela ao Globoplay

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Marcos Michalak
Marcos Michalak
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Foto: TV Globo
Foto: TV Globo

Com a chegada de “Desejo Proibido” ao catálogo do Globoplay, muitos fãs voltaram a revisitar a novela exibida originalmente pela Globo em 2007. Entre os personagens que marcaram a trama está Diogo, interpretado por Pedro Neschling.

Na história, Diogo era filho de Galileu (Pedro Paulo Rangel) e Dona Belinda (Júlia Lemmertz), além de irmão de Dulcina (Sthefany Brito). Incomodado com a rotina pacata da pequena Passaperto, o jovem sonhava com uma vida mais agitada e vivia um romance com Teresa (Fernanda Paes Leme), filha do delegado Trajano (Cássio Gabus Mendes).

Em entrevista exclusiva ao Noveleiros Real, Pedro Neschling recordou com carinho o clima leve e descontraído que marcou as gravações da novela, destacando especialmente a convivência com os colegas de elenco.

“Foi uma coisa muito divertida. Camarim muito bom, todo mundo se dava muito bem. Foi uma novela alto astral de gravar, eu adorava fazer a novela. Todo mundo se dava super bem, tinha muita festa. Eu me lembro do meu núcleo, minha família, que era Sthefany Brito, que fazia minha irmã, Júlia Lemmertz, minha mãe, que eu amo de paixão, e o Pepe Rangel (Pedro Paulo Rangel).”

Sthefany Brito, Júlia Lemmertz, Pedro Paulo Rangel e Pedro Neschling em 'Desejo Proibido', 2007 — Foto: Sergio Huoliver/Globo
Sthefany Brito, Júlia Lemmertz, Pedro Paulo Rangel e Pedro Neschling em 'Desejo Proibido', 2007 — Foto: Sergio Huoliver/Globo

O ator também revelou que a parceria com Pedro Paulo Rangel ultrapassou os estúdios da novela e se transformou em uma amizade que carregou para a vida.

“Com o Pepe Rangel, nessa novela, comecei um relacionamento que ficou pra vida. Ele fazia meu pai e nos demos super bem. Ele era surdo como eu. Na época, eu não usava aparelho ainda, ele usava. Conversávamos muito sobre a dificuldade de ouvir e eu estava começando a dirigir teatro. Convidei o Pepe para fazer uma peça que não tinha patrocínio e ele topou. Em seguida à novela, tive o privilégio de dirigir ele. Eu chamava ele de ‘Pepai’. Acabou virando família mesmo fora da ficção.”

Além dos bastidores, Pedro também lembrou da satisfação de interpretar um personagem diferente dos demais trabalhos de sua carreira, especialmente por se tratar de um papel com traços de vilania.

“Foi uma novela muito divertida e leve de fazer. Eu adorava meu personagem, um vilão, o único vilão que fiz na carreira. No final, acabava sendo o assassino do prefeito, personagem do Daniel Oliveira, que era o vilão da novela. Foi muito gostoso, muito divertido.”

O retorno de “Desejo Proibido” ao Globoplay tem proporcionado ao público a oportunidade de rever personagens marcantes e também de conhecer histórias curiosas dos bastidores. Para Pedro Neschling, a novela permanece como uma das experiências mais especiais de sua trajetória artística.

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